Friday, June 6, 2008

"Sempre Bossa Nova" pics

Ithamara Koorax with her band and the production crew after the concert in the "Sempre Bossa Nova Series" at Centro Cultural Light (Rio de Janeiro)





Thursday, June 5, 2008

"O Globo" interview - A bossa nova de Ithamara Koorax


"A bossa nova de Ithamara Koorax"
Interview for one of Brazil's leading newspapers, "O Globo", published on June 5, 2008
by Leonardo Lichote
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Entrevista para o jornal "O Globo"
Leonardo Lichote

Versão integral
1. Qual a sua primeira lembrança relacionada a bossa nova? Uma canção que ouviu na infância, a primeira vez que você ouviu a expressão "bossa nova", algo do tipo.
Meus pais tinham o LP "Canção do Amor Demais", de Elizeth Cardoso, que eu adorava e ouvi durante toda a minha infância em Niteroi. Por causa dele passei a colecionar os discos da Elizeth. Depois vieram os de João Gilberto mais o "Elis & Tom", o "Tom & Edu", e todos os outros de Jobim. Por coincidência, ou melhor, sincronicidade, porque eu não acredito em coincidência, a Elizeth viria a assistir um show meu em São Paulo e se tornaria minha madrinha artística em 1990. E o Tom viria a participar do meu segundo CD, "Rio Vermelho", em 1994.

2. E profissionalmente? Como começou sua história com a bossa nova?
Não sou uma "cantora de bossa nova", não me limito a este estilo. Tive, sim, a grande benção de trabalhar com grandes mestres da bossa: Jobim, Luiz Bonfá, Donato, Marcos Valle, Os Cariocas, Edu Lobo, Baden Powell, Juarez Araujo, Raul de Souza, Mario Castro-Neves e dois dos maiores bateristas do mundo: Dom Um Romão e João Palma. Quando se fala em bossa nova, as pessoas só mencionam os cantores. Mas os músicos foram importantíssimos, a geração mais brilhante de instrumentistas que o Brasil já teve. Até o Hermeto despontou como pianista de bossa nova com o Sambrasa Trio!

3. Que momentos você destacaria de sua relação - pessoal ou profissional - com Tom Jobim? E com outros artistas ligados ao movimento, como João Donato, Marcos Valle, Os Cariocas?
Jobim foi um grande incentivador no meu início de carreira. Gravei várias músicas dele no meu disco de estréia ("Ithamara Ao Vivo", que ganhou o Prêmio Sharp em 1994, na categoria "revelação") e um dia recebi um telefonema dele elogiando as gravações. Por causa disso ele aceitou participar do meu segundo CD, "Rio Vermelho", em 1994. Gravamos três músicas "ao vivo no estúdio", como eu gosto, mas somente uma ("É Preciso Dizer Adeus", escolhida por ele) entrou no disco. Ele precisava ir para Nova Iorque no dia seguinte e disse que regravaríamos as outras duas "com mais calma" quando ele voltasse. Eu não sabia que ele estava doente. E ele infelizmente nunca voltou da viagem. As outras gravações permanecem inéditas, mas uma daquelas músicas, "Absolut Lee", eu acabei regravando em 2003 para a trilha da novela "Celebridade".
Fiz muitos shows com Marcos Valle, excursionamos por quase dois anos, em 1993 e 1994. Ele estava desde 1988 sem fazer shows, tinha se aposentado precocemente dos palcos. Por admirar muito a obra dele, o convidei para dividir comigo uma temporada no Teatro João Caetano, para a qual eu tinha sido convidada pelo Albino Pinheiro. A química deu certo e levamos o show para o Rival, para o People e saímos em turnê pelo Brasil.
Com Os Cariocas e o Cesar Mariano eu fiz uma gravação ao vivo de "Corcovado" para o projeto "Casa da Bossa", da Universal, relançada agora na compilação "Tom Pra Dois". Também gravei e fiz shows com Mario Castro-Neves, um gênio esquecido pela mídia.
Mas a maior convivência foi com o Luiz Bonfá, de quem fui amiga e vizinha na Barra da Tijuca entre 1990 e 2001. Gravamos juntos o CD "Almost in Love" (um songbook da obra dele) e ele participou de outros discos meus. Era um sábio e um gentleman, o ser humano mais generoso e low-profile que já conheci.

4. Entre as referências que formaram seu canto, há cantoras de bossa nova? Quais? E músicos?
Há cantoras ligadas à bossa como Elizeth, Elis, Claudette Soares e também a Doris Monteiro, que eu amo, além do Tito Madi e do João Gilberto, claro. E eu adoro o Jobim cantando! Me aprimorei muito como cantora, especialmente em termos de fraseado e divisão, depois que trabalhei com João Palma e Dom Um Romão, dois dos maiores bateristas do mundo e que, não por acaso, gravaram muito com o Tom. E sou apaixonada pelos solos do João Donato nos discos que ele fez nos anos 60, sei todos de cor. No show de hoje vou cantar "MInha Saudade" reproduzindo o solo original dele na gravação de 1963. Vai ter também "Hoba-lá-lá", do João Gilberto, na base de voz e bateria, e "Recado", do organista Djalma Ferreira em parceria com Luis Antonio, precursores da bossa.

5. A bossa nova atravessa sua carreira, de forma nada ortodoxa - seja com acento mais jazz, seja em projetos como "Bossa nova 21st century" ou "Bossa nova meets drum'n'bass". Como você vê o gênero? Como ele serve ao seu trabalho como intérprete?
Em fevereiro de 2007, o crítico Fred Bouchard, da DownBeat, se referiu a mim como "sempre deliciosamente imprevisível". Cada disco meu é diferente. Curto a aventura musical, gosto de experimentar sempre. Não para posar de "pioneira", mas por puro prazer de exercitar minha criatividade. "Wave 2001", que gravei em Tóquio em 1996, foi o primeiro disco de bossa nova em clima de acid jazz, foi Top 10 no Japão, vendeu mais de 100 mil cópias. A minha gravação de "Garota de Ipanema" virou tema do comercial do whisky Suntori e estourou nas rádios. E o "BN Meets Drum 'n' Bass", gravado em 98, foi o primeiro a colocar as canções de Jobim, Donato, Bonfá, João Gilberto e Marcos Valle no idioma do "drum 'n bass" que já era moda em Londres mas ninguém conhecia no Brasil.

6. Como você define a cinqüentenária bossa nova?
Imortal e atemporal.

7. Como será o show desta quinta no Centro Cultural Light? Que formação instrumental, que músicos, que repertório, que tipo de arranjos?
Passei anos cantando bossa com arranjos eletrônicos, samplers, programação. Na época do lançamento do "BN Meets Drum 'n' Bass", no antigo Ballroom, formei uma banda com oito músicos e dois DJs, o Marcelinho da Lua e o Dudu Dub. Os primeiros shows do Marcelinho, que hoje é um astro, foram comigo, e eu me orgulho de ter sido a primeira cantora brasileira a colocar DJs no palco. Agora que todo mundo faz isso eu voltei para o formato acústico, com José Roberto Bertrami e Paula Faour nos teclados (apenas por falta de piano acústico), Jorge Pescara no baixo e Haroldo Jobim na bateria.

8. Seu último CD é "Brazilian Butterfly", do ano passado. Está preparando outro? Se sim, como será?
Já gravei dois CDs na Europa, em abril, essencialmente jazzísticos, e dois no Brasil, em fevereiro, ambos de bossa nova e destinados ao mercado asiático. Um com arranjos de José Roberto Bertrami, líder do Azymuth, e o outro ao lado do espetacular violonista mineiro Juarez Moreira.

9. Na última década, você recebeu prêmios no Brasil e foi indicada a outras. Mas seu reconhecimento fora daqui é bem maior. O que explica isso, em sua visão?
O fato de entrevistas como esta serem uma raridade, quase um milagre! Por favor me permita uma correção: o "reconhecimento na imprensa carioca" é bem menor. Quase nada do que faço no exterior ou aqui no Brasil é noticiado no Rio de Janeiro. No ano passado eu fiz 95 shows no Brasil, todos lotados porque eu tenho um público fiel e a imprensa fora do Rio valoriza o meu trabalho. Seja em Belém, em Salvador ou aqui pertinho, em Campos dos Goytacazes, onde estive há duas semanas. Aonde eu chego tem sempre uma matéria de capa nos cadernos de cultura dos principais jornais de cada cidade. No exterior é a mesma coisa. Seja em Paris, Praga, Seul, Funchal ou Zurique. Acabei de voltar de uma turnê européia de 26 shows em 40 dias e todos os shows foram lotados. Em maio, fiz dois shows no principal clube de jazz da Alemanha, o Unterfahrt, em Munique, e os ingressos estavam esgotados há meses. No Rio de Janeiro eu posso fazer temporada de quatro meses no Sofitel que só sai tijolinho. Este ano fiquei o mês todo de janeiro no Bar do Tom e novamente só tijolinho. Não é uma reclamação, é uma constatação e a resposta à sua pergunta.

"Sempre Bossa Nova" - ALEF

Edição 1.177 Dia 04 de junho de 2008 Quarta-feira
Jornal ALEF: mais de 27 mil assinantes em todo o mundo !!!

Em apresentação idealizada especialmente para o projeto "Sempre Bossa Nova", Ithamara Koorax irá relembrar seus encontros, em shows e gravações, com mestres da bossa: Tom Jobim, Luiz Bonfá, João Donato, Edu Lobo, Baden Powell, Marcos Valle, Dom Um Romão e o grupo Os Cariocas. Será amanhã (dia 05 de junho), às 12:30h, no Centro Cultural Light (Centro).

"Sempre Bossa Nova" - Jornal do Brasil

http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/06/02/e020624173.html

Cantora Ithamara Koorax é a atração de projeto dedicado à bossa nova
JB Online


RIO - O Centro Cultural Light está promovendo o projeto Sempre Bossa Nova – 50 Anos. Uma série de doze shows com nomes precursores e de novas gerações. Carlos Lyra inaugurou o projeto, que já recebeu também Os Cariocas, Marcos Valle, João Donato, Roberto Menescal e Vanda Sá. O projeto vai até o dia 31 de Julho, sempre às quintas-feiras, às 12h30, com entrada gratuita.

A atração desta semana é a cantora Ithamara Koorax, eleita uma das cinco melhores cantoras do mundo em 2007 pela revista DownBeat e recém chegada de uma turnê de 40 dias pela Europa. Ela idealizou um show especialmente para o Sempre Bossa Nova, onde irá relembrar seus encontros, em shows e gravações, com mestres do gênero, como Tom Jobim, Luiz Bonfá, João Donato, Edu Lobo, Baden Powell, Marcos Valle, Dom Um Romão e o grupo Os Cariocas, com o qual gravou a faixa Corcovado incluida no recem-lançado CD Tom pra dois.

O Centro Cultural Light fica na Avenida Marechal Floriano, 168, Centro. Informações: (21) 2211-4515.

[ 11:29 ] 02/06/2008

"Sempre Bossa Nova" - Clube de Jazz website

Agenda Clube de JazzSempre Bossa Nova com Ithamara Koorax: Rio de Janeiro: Na apresentação ...

Na apresentação idealizada especialmente para o projeto "Sempre Bossa Nova", Ithamara Koorax - em seu primeiro show no Rio depois de uma turnê de 26 concertos em 40 dias pela Europa - irá relembrar seus encontros, em shows e gravações, com mestres da bossa: Tom Jobim, Luiz Bonfá, João Donato, Edu Lobo, Baden Powell, Marcos Valle, Dom Um Romão e o grupo Os Cariocas, com o qual gravou a faixa "Corcovado" incluida no recem-lançado CD "Tom Pra Dois". Ithamara será acompanhada por Paula Faour (teclados), Jorge Pescara (baixo), Haroldo Jobim (bateria), Rodrigo Lima (violão) e Marcos Ozzellin (vocal).

"Sempre Bossa Nova" - Veja Rio


Revista "Veja Rio" - Ano 17, Nº 22
4 de Junho de 2008, página 90
Shows - Gustavo Autran

ITHAMARA KOORAX. Tom Jobim, Luiz Bonfá, João Donato, Edu Lobo e Baden Powell abastecem o repertório da cantora que estreou em 1990 e hoje tem sólida carreira no exterior. Ela é atração da série Sempre Bossa Nova – 50 anos, ao lado de Paula Faour (teclados), Jorge Pescara (baixo), Haroldo Jobim (bateria), Rodrigo Lima (violão) e Marcos Ozzellin (vocal). 12 anos. Centro Cultural Light (194 lugares). Avenida Marechal Floriano, 168, Centro, 2211-4515, Metrô Presidente Vargas. Quinta (5), 12h30. Grátis. As senhas são distribuídas uma hora antes.

Saturday, May 31, 2008

"Sempre Bossa Nova"

Fwd: Show"Sempre Bossa Nova-50 Anos" e Exposição"50 Anos de Bossa ...*Programação completa* *06/03 – Carlinhos Lyra* *20/03 – João Donato* *27/03 - Marcos Vale* *10/04 – Roberto Menescal e Vanda Sá * *24/04 – Os Cariocas* *08/05 – Lenny Andrade* *29/05 – Kay Lyra* *05/06 – Ithamara Koorax * *19/06 – Yamandú Costa * *03/07 – Carol Sabóia * *17/07 – Alaíde Costa * *31/07 – Quarteto em ...Digestivo MÚSICA - 28 Feb 2008 por Julio Daio Borges - 1 mensagem - 1 autor

Série de doze espetáculos leva ao Centro Cultural Light
*uma homenagem a bossa nova por intérpretes de gerações diversas*
"Sempre Bossa nova – 50 anos" estréia dia 06 de março


Simultaneamente será apresentada a exposição fotográfica "50 Anos de Bossa Nova, na Mira da Rolley Flex" do repórter fotográfico Antonio Nery.

Linda e cheia de graça, a bossa nova, ritmo brasileiro que influenciou a música em todo o mundo e identifica a nossa cultura, está comemorando 50 anos com jeito de menina, pois ainda emociona novas gerações, inspira

músicos, DJs e emplaca hits, como Menescal já publicou: "Não tínhamos a menor noção de que nossa
música, nascida no final dos anos de 1950, continuasse com o vigor que tem hoje, 50 anos depois... E se a deixarmos caminhar por aí se juntando às boas coisas que forem aparecendo, garanto que ela chegará a mais 50 anos. Quem sabe a gente ainda verá isso acontecer!"

Nesta bossa, o Centro Cultural da Light promoverá o "Sempre Bossa Nova – 50 Anos", uma série de doze shows com nomes precursores e de novas gerações: Carlos Lyra, Roberto Menescal e Vanda Sá, Carol Sabóia, Marcos Valle, Yamandú Costa, Leny Andrade, Os Cariocas, João Donato entre outros. O projeto estréia no dia 06 de março e vai até o dia 31 de Julho, sempre às quintas-feiras, às 12:30, com entrada franca. (Veja ao final a programação completa).

No dia 06 de março, a apresentação de Carlos Lyra & Quarteto (formado por Adriano Souza, ao piano; Dirceu Leite nos sopros, Adriano Giffoni no baixo e Ricardo Costa na bateria) marca a estréia do projeto. No show, Carlinhos, faz uma viagem na amplitude da Bossa nova, e através de suas composições mostra como foi influenciada por diversos estilos musicais: modinha, valsa, toada, maracatu, marcha rancho, baião, e mesmo o jazz. No repertório, grandes sucessos como "Minha Namorada", "Você e eu" e "Sabe você" parcerias com Vinicius de Moraes; "Lobo Bobo" e "Se é tarde me perdoa" (Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli); com Geraldo

Vandré, as canções "Quem Quiser Encontrar o Amor" e "Aruanda"; "Samba da benção" de Baden e Vinicius, entre outras.

Simultaneamente será apresentada a exposição fotográfica 50 Anos de Bossa Nova, na Mira da Rolley Flex do repórter fotográfico Antonio Nery. São 21 "cliques", revelados em preto e branco, que foram detonados pelo fotógrafo no Beco das Garrafas ao início dos anos 60, nas Boates Bacará, Little Club, Bottle's e Au Bon Gourmet , em registros históricos das apresentações de Vinicius de Morais, Tom Jobim, João Gilberto, Os Cariocas, Carlos Lyra e Roberto Menescal.

"Comemorar os 50 anos da Bossa Nova é celebrar a genialidade da música brasileira. É celebrar a beleza; a poesia; o Rio de Janeiro, fonte de inspiração para as mais belas canções", sintetiza Leonardo Conde,

idealizador do projeto.

*Programação completa*
*06/03 – Carlinhos Lyra*
*20/03 – João Donato*
*27/03 - Marcos Vale*
*10/04 – Roberto Menescal e Vanda Sá *
*24/04 – Os Cariocas*
*08/05 – Lenny Andrade*
*29/05 – Kay Lyra*
*05/06 – Ithamara Koorax *
*19/06 – Yamandú Costa *
*03/07 – Carol Sabóia *
*17/07 – Alaíde Costa *
*31/07 – Quarteto em Cy*

*SERVIÇO:*
*Sempre Bossa Nova – 50 anos*
*Local:Centro Cultural Light (AV. Marechal Floriano,168 -Térreo - Centro Rio de Janeiro Tel: 2211-4515*l*)*

*Data: de 06 de março a 31 de julho (sempre às quintas-feiras)*
*Estréia – 06 de março (quinta-feira) – Show Carlos Lyra & Quarteto*
*Horário – 12:30*

*Entrada Franca - mediante a apresentação de senhas, que poderão ser retiradas* *com 1h de antecedência.*
*Capacidade - 194 lugares*
*Classificação Etária* - *livre*
*Banheiro e rampa para deficientes*

*Exposição fotográfica** "50 Anos de Bossa Nova, na Mira da Rolley** Flex**"
* *Do* *fotógrafo* *ANTONIO NERY*.**

*De 06 a 31 de março - de 11 às 17 horas (de segunda à sexta - feira)*
*Local: Pequena Galeria – Centro Cultural Light -(AV. Marechal Floriano,168 -Térreo - Centro Rio de Janeiro Tel: 2211-4515*l*)*

"Backstage" - Koorax's European Tour

Revista "Backstage" - Junho/2003 - ano 15 - nº 163
("Backstage" magazine - June, 2003 - issue 163)

Ithamara Koorax Faz Sucesso em Turnê Internacional

Grandes artistas brasileiros, muitas vezes, não são tão acolhidos e reconhecidos em seu próprio páis como são no exterior. Um grande exemplo é a cantora Ithamara Koorax, aclamada pela crítica internacional por seu imenso talento e belíssima voz. Em sua temporada internacional tem deixado fãs por onde passa. A artista está desde março deste ano se apresentando na Europa. Foram 18 shows na Suiça em 12 cidades diferentes. Ithamara cantou em grandes teatros, festivais e clubes de jazz excelentes como o Bird's Eye, com direito a show extra, devido à grande procura. "Pessoas que assistiram aos shows da turnê do ano passado agora voltam e aparecem trazendo novos amigos. É uma sensação muito legal", afirma Ithamara, que colhe os frutos de seu trabalho apresentado na Europa desde 1994. As mídias locais têm dado grande destaque à Ithamara, inclusive a Down Beat, revista mais importante da história do jazz. Após algumas apresentações no Brasil, em junho (inclusive no Centro Cultural Light e em Furnas no Rio de Janeiro, e depois no Norte e Nordeste), Ithamara voltará a Europa para mais shows em julho e depois rumará para uma turnê pela Ásia, passando pela Coréia, Japão, Taiwan e Hong Kong.

Friday, May 30, 2008

"Sempre Bossa Nova" - Revista Programa - JB

Jornal do Brasil - Revista "Programa"
30 de maio a 5 de junho de 2008
Pág. 24

Ithamara Koorax
No projeto Sempre Bossa Nova - 50 Anos, ela canta músicas de Tom Jobim, Edu Lobo, Baden Powell, Marcos Valle e outros.
Centro Cultural Light, Av. Marechal Floriano 168, Centro. 5ª às 12h30. Grátis. Livre. Cap: 194 pessoas. Distribuição de senhas uma hora antes do show

CBAT - Ithamara Koorax - concert in Belém

Jornal ALEF
Edição 1.173, Dia 25 de maio de 2008, Domingo

Depois de uma turnê de 26 shows em 40 dias pela Europa, Ithamara Koorax está de volta ao Brasil e se apresenta hoje (dia 25 de maio), no Teatro do Hotel Crowne Plaza, em Belém. O evento é promovido pela Confederação Brasileira de Atletismo para celebrar o "GP Brasil Caixa", principal evento do atletismo na América Latina.

"Todas as Bossas" com Ithamara Koorax - Entrevista "Monitor Campista"


(Ithamara e seus músicos: Haroldo Jobim, José Roberto Bertrami, Jorge Pescara, Marcos Ozzellin)

Entrevista de Ithamara Koorax para o jornal "Monitor Campista", de Campos dos Goytacazes
15 de maio de 2008, Ano 175, Nº 127
Primeira página:
"Noite de Bossa com Ithamara"

Esta noite o público que for ao SESC-Campos poderá conferir o show de Ithamara Koorax (foto), que fará uma apresentação especial no projeto Todas as Bossas, que vem mostrando à cidade um pouco sobre o estilo musical com atrações musicais, de teatro, exposições, performances, entre outras. PÁG. B1
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Com show marcado para hoje, no Sesc-Campos, Ithamara Koorax fala ao Monitor
Danielle Brandão
Com voz e emoções
A bossa nova representa a história de uma gereção de brasileiros que, em sua juventude, acreditaram no futuro e conseguiram realizar o sonho de levar a música nacional aos quatro cantos do mundo. As primeiras manifestações ocorreram na década de 50, com o disco que representa o marco inicial deste movimento: "Canção do Amor Demais", com Elizeth Cardoso, de 1958. Neste mês de maio, o Sesc-Campos faz uma homenagem ao movimento e reedita o projeto "Todas as Bossas".
O público que for ao Sesc esta noite terá a oportunidade de ouvir novamente a qualidade e sensibilidade de uma voz incomparável. Ithamara Koorax, que veio ano passado a Campos participando de um projeto de jazz e blues, retorna à cidade para mais um show, com muita poesia, sensibilidade e emoção para quem gosta de música brasileira.
Dentro da programação do projeto "Todas as Bossas", o show da cantora tem um espaço especial. Vinda de sua turnê pela Europa, Ithamara diz estar muito ansiosa em voltar à cidade e promete um show emocionante para esta noite.
Em entrevista ao Monitor Campista, Ithamara, que acaba de finalizar seu show na Alemanha, diz estar muito feliz com a recepção no páis, e se sente muito feliz ao ver, no público, pessoas que assistiram ao show na turnê européia passada, e retornam, esse ano, levando amigos.
- "É uma sensação muito legal. A cobertura da imprensa também foi espetacular. Além dos jornais locais e das revistas, a DownBeat também colocou uma nota no site", conta Ithamara, eleita, pela revista, a quinta melhor cantora de jazz do mundo.
Num gostoso bate-papo, confira mais um pouco sobre os projetos da cantora, que diz ser uma alegria se apresentar em Campos. "Parece que em Campos sempre rola uma energia muito positiva que contagia a mim, aos músicos e à platéia. O show de 2007 foi particularmente eletrizante", comenta.

- Qual a expectativa de um novo show em Campos?
É sempre uma alegria cantar em Campos. Todos os shows que fiz na cidade até hoje foram, graças a Deus, muito bem recebidos. E, modéstia à parte, eu também fiquei muito satisfeita com as minhas performances. Parece que em Campos sempre rola uma energia muito positiva que contagia a mim, aos musicos e à platéia. O show de 2007 foi particularmente eletrizante e, quando o SESC acenou com a possibilidade de me convidar novamente este ano, para o projeto de bossa nova, eu fiquei nas nuvens.

- Ano passado o público se encantou com seu trabalho. Para o show deste ano o repertório será apenas com músicas do novo cd ou o público terá a oportunidade de ouvir músicas do repertório anterior?
O SESC me pediu um show de bossa nova, então vai ser bastante diferente do show de 2007 que teve standards de jazz, sucessos como "Vôo Sobre o Horizonte" e "Vesti Azul", enfim, foi um show mais pop-jazz. Desta vez estarei revendo a minha trajetória na área da bossa nova. Apesar de não ser uma figura da chamada "geração bossa nova" (eu nem havia nascido quando a bossa surgiu...) e de não ser uma intérprete identificada intimamente com o estilo, eu amo a bossa nova. E mais importante do que isso: tive a benção de trabalhar em shows e gravações com os maiores mestres da bossa. A última gravação de Tom Jobim foi em um disco meu, o "Rio Vermelho", que gravamos em outubro de 1994, três meses antes dele falecer. Tive a honra de ser amiga e vizinha do Luiz Bonfá durante dez anos, fizemos shows juntos, gravamos o CD "Ithamara Sings The Luiz Bonfá Songbook", e ele participou de três discos meus. Também trabalhei muito com Marcos Valle, Edu Lobo e João Donato. Fora isso, gravei dois CDs inteiramente dedicados à bossa nos anos 90: "Wave 2001" em 1996, que foi o primeiro a levar clássicos como "Garota de Ipanema" e "Manhã de Carnaval" para o terreno do acid-jazz. E depois, em 98, gravei em Londres e Nova Iorque o CD "Bossa Nova Meets Drum 'n' Bass", o primeiro com roupagens dançantes para sucessos tipo "Samba de Verão" (que eu ressucitei e depois a Bebel Gilberto gravou se inspirando na minha gravação) e "Minha Saudade", parceria antológica do João Donato com o João Gilberto, um grande incentivador da minha carreira.

- Você vai cantar todas elas no show?
Todas estas músicas vão estar no repertório do show de Campos. Pretendo incluir também "Corcovado", do Tom Jobim, que eu já gravei três vezes, inclusive ao lado de Cesar Camargo Mariano e do grupo Os Cariocas. Muitas delas, aliás, eu acabo de regravar para um novo disco que me foi encomendado pelo mercado japonês para celebrar os 50 anos da bossa. No Brasil, o público de Campos será o primeiro a conhecer os novos arranjos que eu gravei para este projeto que inclui músicas como "Meditação" e "Desafinado". O trio que estará comigo é o mesmo do ano passado, com Haroldo Jobim (ele foi o baterista do famoso trio Fogueira 3), Jorge Pescara (baixista do grupo de Dom Um Romão) e José Roberto Bertrami, tecladista-fundador do grupo Azymuth que já trabalhou também com Elis Regina, Sarah Vaughan, Gal Costa, Tim Maia e Maria Bethania. Viajei com este grupo para a Ásia e para a Europa em 2006 e 2007, já fizemos mais de 200 shows juntos, então temos uma interação telepática. Haverá áinda a participação especial do Marcos Ozzellin, um novo cantor que estou amadrinhando.

- Como foi a excursão na Europa?
Maravilhosa! Foi a minha maior excursão até agora, uma maratona de 28 shows em 40 dias, além de alguns pocket-shows em lojas de disco em países como França, Inglaterra e novamente na Suiça, onde tenho ido com frequencia desde 2005. É incrível como os suiços amam os meus shows e os meus discos! Só desta vez estive em 12 cidades diferentes que eu já conheço como a palma da minha mão, como Luzern, Aarau e Basel. Fiz também o show de encarremento de um festival de jazz e world-music importantíssimo em Stans. Desta vez, o pretexto da excursão foi realizarmos a turnê de lançamento do CD "Obrigado Dom Um Romão", que eu havia gravado em outubro de 2006, em Zurich, com o Peter Scharli Trio, que me acompanhou na maior parte da turnê. Tanto eu como o Peter trabalhamos muito com o Dom Um, um dos maiores bateristas da história da música brasileira e do jazz, um cara que tocou com todo mundo: de Jorge Ben a Frank Sinatra, de Tom Jobim a Marcelo D2. Quando ele faleceu em 2005, resolvemos fazer um disco para homenagea-lo. Na principal revista de jazz da Suiça, a "Jazz 'n' More", o CD recebeu a cotação máxima de 5 estrelas, foi o "disco do mês". Outra coisa muito significativa para mim foi a estréía na Alemanha, onde cantei pela primeira vez no principal clube de jazz do país, o "Unterfahrt" de Munique. Os ingressos para os dois shows estavam esgotados desde janeiro, o público não me deixava sair do palco, o gerente da casa precisou pegar o microfone e mandar o povo ir para casa dormir.

A vibração das pessoas é diferente de cidade para cidade, de país para país?
A vibração muda muito, cada povo tem sua cultura, sua forma de demonstrar contentamento. No Japão, na França e na Finlândia, o público é mais contido, muito respeitoso. Já os coreanos são extrovertidos, aplaudem muito, gritam na hora de pedir bis. Já os ingleses gostam de dançar durante o show, ficam de pé o tempo inteiro, eu me sinto a "Ivete Sangalo do jazz" toda vez que me apresento em Londres...(risos) Os franceses são mais comedidos, enfim, varia bastante. Mas o legal é que são platéias muito "curiosas", ávidas por novidades, sabem que eu sou uma cantora de música universal, então adoram quando eu canto algo tipo "Got To Be Real" ou "Can't Take My Eyes Off You" de uma forma nova e inesperada, não ficam cobrando um show 100% brasileiro.

- Depois deste show em Campos, quais serão os próximos da agenda?
Na próxima semana inicio uma excursão pelo Norte e Nordeste para lançar outro projeto especial, em tributo à cantora Stellinha Egg, considerada a maior intérprete de música folclórica brasileira. Dei uma roupagem jazzística ao repertório dela, que inclui canções maravilhosas de Dorival Caymmi, Pixinguinha e Waldemar Henrique. É um show que eu também gostaria de trazer a Campos no futuro, se o SESC se interessar. Depois, dia 5 de junho, faço um show no Projeto "Sempre Bossa Nova", organizado pelo produtor Leonardo Conde no Centro Cultural Light, no Rio de Janeiro. Tenho também vários shows em eventos fechados em São Paulo antes de voltar a Europa em julho, e à Ásia em setembro, com shows no Japão, Coréia, Hong Kong e Taiwan. É a Ithamarinha dando a volta ao mundo e morando em avião...(risos)

Ithamara durante concerto com o Peter Scharli Trio no "Stanser Musiktage Festival", na cidade suiça de Stans, onde foi ovacionada.

Ithamara Koorax no SESC-Campos

Nota publicada na coluna "Paula", de Paula Virgínia Oliveira, publicada no jornal "Monitor Campista", de Campos dos Goytacazes, em 15 de maio de 2008, página A8.

SESC
Hoje tem show de Ithamara Koorax, no roteiro musical de Todas as Bossas, às 20h, no Sesc/Campos. Ela que está chegando de uma turnê pela Europa, onde realizou 24 shows. A bossa nova completou 50 anos, e é considerada um dos principais movimentos culturais do século passado, e impulsionou o conceito da música popular brasileira no exterior. Vale conferir. Entrada franca.

"Da bossa aos anos 80"

Artigo publicado no jornal "Monitor Campista", de Campos dos Goytacazes, em 14 de maio de 2008

"Da bossa aos anos 80"
Em Campos, será possível escolher entre o rock, na Noite do Vinil, e a bossa nova, no SESC
por Carla Cardoso

O pop rock que embalou o país nos anos 80 e a bossa nova comandam a quarta-feira em Campos. Os apaixonados pelos estilos musicais podem se preparar para as atrações da noite: Trio Bossa Jazz, às 20h, no Sesc-Campos, e a festa dos "bolachões" de ícones como Paralamas do Sucesso e Madonna, na Noite do Vinil. E amanhã ainda tem mais: Ithamara Koorax, às 20h, também no Sesc-Campos.

Após o grande sucesso internacional de seu décimo disco, "Brazilian Butterfly", considerado um dos 10 melhores de 2007 pela revista norte-americana "DownBeat", que também novamente apontou Ithamara entre as 5 melhores cantoras de jazz do mundo, Koorax acaba de gravar seu novo projeto, em celebração aos 50 anos de Bossa Nova, que já será o tema da excursão européia que ela realiza entre 28 de Março e 5 de Maio de 2008. Nos shows, Ithamara irá relembrar seus encontros marcantes com grandes expoentes do gênero, como Tom Jobim, Luiz Bonfá, Marcos Valle, Baden Powell, Edu Lobo, João Donato e Dom Um Romão, com os quais realizou trabalhos memoráveis.

Embora não pertencendo à chamada "geração bossa-nova", bem mais antiga, Ithamara Koorax tem sua carreira fortemente associada ao gênero. A começar pelo fato de ter sido amadrinhada, em seu início de carreira, em 1990, pela cantora Elizeth Cardoso, cuja histórica gravação de "Chega de Saudade" em 1958, com João Gilberto ao violão, no LP "Canção do Amor Demais", é considerada o marco-zero da Bossa Nova.

Logo em seu primeiro disco, "Ithamara Koorax Ao Vivo", vencedor do Prêmio Sharp em 1994, Ithamara gravou músicas de Baden Powell e Tom Jobim, recebendo elogios de ambos os compositores. Ao lado de Baden e de Norma Bengell, gravou um especial para a TV Manchete. E Tom Jobim, em um telefonema de parabéns à cantora, ofereceu-se para gravar em seu próximo disco.

Assim, em 1994, Tom Jobim participou do segundo CD de Ithamara, "Rio Vermelho", que incluiu várias músicas suas. Entre elas, "É Preciso Dizer Adeus", registrada em Outubro de 1994, dois meses antes de seu falecimento, e que viria a se tornar, infelizmente, a última gravação do maestro. Daquele mesmo CD, "Rio Vermelho", outro ilustre mestre da Bossa Nova participou: Luiz Bonfá, tocando violão em uma de suas parcerias com Tom Jobim, "Correnteza".

Iniciava-se ali uma intensa colaboração entre Ithamara e Bonfá que gerou belos frutos até o falecimento do violonista em 2001. Entre os encontros de Ithamara e Bonfá destaca-se o CD "Almost in Love / Ithamara Koorax Sings The Luiz Bonfá Songbook", no qual a cantora revisitou os maiores sucessos de Bonfá contando com a participação do homenageado em onze faixas como os temas do filme "Orfeu Negro" ("Manhã de Carnaval" e "Samba de Orfeu"), vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes e do Oscar de "melhor filme estrangeiro" em 1959, iniciando o processo de divulgação internacional da Bossa Nova. Ithamara e Bonfá gravaram pela última vez em 2000, quando o violonista participou do disco "Love Dance", responsável pela definitiva consagração mundial da cantora.

Após uma série de concertos com Edu Lobo em São Paulo (no SESC Pompéia) e no Rio de Janeiro (lotando a Sala Cecília Meirelles e o Jazzmania em uma longa temporada), Ithamara também desenvolveu bela parceria com outro craque da Bossa Nova, Marcos Valle, tendo sido a responsável pela reativação da carreira de Marcos, que, na década de 1980, havia se aposentado precocemente dos palcos. Em 1993, Ithamara o convidou para uma temporada no Teatro João Caetano que se transformou em uma grande excursão pelo Brasil. No ano seguinte, Marcos foi, ao lado de Tom Jobim e Luiz Bonfá, um dos convidados especiais de Ithamara no CD "Rio Vermelho", que incluiu uma regravação de "Preciso Aprender A Ser Só" que estourou nas rádios. Marcos também voltou a gravar com Ithamara nos discos "Serenade in Blue" e "Love Dance", que incluem suas músicas "Samba de Verão" e "O Amor É Chama".

Em 1996, Ithamara Koorax lançou seu quarto CD, "Wave 2001: Bossa Nova Songbook", até hoje seu maior sucesso de vendas no mercado japonês, onde superou a marca de 100 mil cópias e chegou ao Top 10 da parada pop. O disco, com músicas de Jobim, Bonfá, Valle, João Gilberto, João Donato, Eumir Deodato, Vinicius de Moraes, Djalma Ferreira e Newton Mendonça, é considerado pioneiro na fusão de Bossa Nova e Acid Jazz.

A grande repercussão gerou o convite para participar do projeto "Casa da Bossa", da gravadora Universal, no qual Ithamara atuou acompanhada do grupo Os Cariocas e do pianista Cesar Camargo Mariano, com o show de lançamento ocorrendo no antigo Metropolitan (atual Claro Hall) para uma platéia de 5 mil pessoas. A gravação gerou um CD e um especial de TV exibido pelo canal Multishow (da Rede Globo) em 1997.

Outro momento marcante aconteceu em 1998, quando Ithamara lançou o CD "Bossa Nova Meets Drum & Bass", primeiro trabalho de fusão dos dois gêneros, com os sucessos de Jobim & Cia ganhando novas roupagens que conquistaram as pistas de dança em todo o mundo. Naquele mesmo ano, excursionou pela Europa com um dos principais bateristas da Bossa Nova, o lendário Dom Um Romão, com quem trabalhou até 2005 em vários discos e shows.

Como que por encanto, em 2003, a colaboração com Tom Jobim rendeu mais um fruto: a família do maestro finalmente autorizou o lançamento de uma música inédita de Jobim, "Absolut Lee", gravada por Ithamara para a trilha sonora da novela "Celebridade", da TV Globo. Todos esses momentos mágicos serão relembrados pela cantora agora em 2008, durante a turnê nacional e internacional para celebrar o cinqüentenário da Bossa Nova!

Saturday, May 10, 2008

Sarau, Globonews, estréia

Ithamara Koorax entrevistada pelo jornalista Chico Pinheiro para o programa "Sarau", da Globonews (canal 40 da NET), da Rede Globo.
Assista ao programa completo, exibido pela primeira vez no dia 10 de maio de 2008, e reprisado nos dias 11, 12 e 13.

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM826160-7823-ITHAMARA+KOORAX,00.html

Globo Vídeo – Player Notícias - VIDEO - Ithamara Koorax
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Ithamara Koorax's sets at the "Unterfahrt"

Ithamara Koorax performing two sold-out sets at Germany's top jazz club, the "Unterfahrt", in Munich, on May 1st, 2008
photos by Cristina Casagrande




Wednesday, May 7, 2008

Ithamara Koorax live in Munich, May 1st, 2008

Jazzclub "Unterfahrt" (Munich's top jazz club)
Mi 30.04.2008 - 21:00 - Mike Mainieri & Northern Lights
Do. 01.05. 2008 - 21:00 Uhr - A Trip To Brazil: 50 Years of Bossa Nova
Ithamara Koorax and Bossa Five

Ithamara Koorax (voc), Florian Riedl (sax, fl), Christian Gall (p), Pedro Tagliani (git), Matthias Engelhardt (b), Hajo von Hadeln (dr).


Ithamara Koorax wurde als Kind europäischer Einwanderer in Rio de Janeiro geboren. Schon bald stellte sich ihr musikalisches Talent heraus. Im zarten Alter von 5 Jahren spielte sie bereits Klavier und sang wunderschöne Lieder. Mit 17 hatte sie erste Gelegenheiten, mit Musik ihr eigenes Geld zu verdienen. Sie sang sich durch Jingles, Radio- und Fernsehwerbungen und als backing vocal in verschiedenen Bands. Bald wurde aus dem Geheimtipp eine gesuchte Sängerin in den Aufnahmestudios rund um Rio de Janeiro. Als wichtigste Einflüsse nennt Ithamara Musikerinnen wie Ella Fitzgerald, Elis Regina, Carmen McRae, Shirley Horn oder Elizeth Cardoso. Mit ihrer ersten Soloaufnahme "Illuminada" katapultierte sie sich in den brasilianischen Platin-Himmel. "Illuminada" war denn auch der Soundtrack für eine sogenannte "Telenovela", und in Brasilien gibts, so sagt man, praktisch nichts Wichtigeres als Telenovelas. Und wenn man da mal drin ist, so ist man berühmt, und so erging es auch Ithamara. Auftritte mit Hermeto Pascoal, Azymuth und vielen brasilianischen Stars wurden zur Tagesordnung. Es folgten weitere Hitparadenplätze mit neuen Telenovelas-Songs. Und auch in Japan wurde sie entdeckt. Dort eroberte sie das Land im Sturm und wurde zu einer der besten Jazzsängerinnen erkoren. Plattenaufnahmen mit Grössen wie Art Farmer, Jack deJohnette, Ron Carter oder Dom Um Romão kamen hinzu. Ihr hervorragendes letztes Album "Love Dance" ist ein überwältigender Erfolg und wurde beim "Down Beat Reader's Poll" zum fünftbesten Album gewählt. Selbst nüchterne Kritiker überbieten sich mit Superlativen, man spricht von "zarter Intimität, heisser Leidenschaft, magischer Musik". Da hat die Münchner Combo "Bossa Five" um den Saxophonisten Florian Riedl wirklich allen Grund sich mächtig ins Zeug zu legen, spieltechnisch auf hohem Niveau wird dieser Abend sicher ein Highlight für Freunde des Bossa und Brazil Jazz. Eintritt 18.00 / Mitglieder 9.00

Euro Tour 2008 - Koorax and Rabbi Chaim Drukman

Jornal ALEF
Edição 1.165, Dia 07 de maio de 2008, Quarta-feira

Em turnê pela Europa, Ithamara Koorax esteve no Chabad of Central Switzerland, em Luzern.Ithamara Koorax e o Rabbi Chaim Drukman
(photo by Cristina Casagrande)

"European Tour 2008" part 2 - Liestal

Ithamara Koorax in concert with the Peter Scharli Trio during their "Euro Tour 2008", celebrating the CD release of "Obrigado Dom Um Romão"













"European Tour 2008" part 1 - Stanser Musiktage

Ithamara Koorax in sold-out concert with the Peter Scharli Quartet at the "Stanser Musiktage Festival" in Stans, Switzerland, at the Theater an der Mürg, on April 5, 2008, 9PM. The group got a standing ovation and performed two encores.














European Tour 2008 - Jornal do Brasil

Nota publicada na coluna "Anna Ramalho", no "Jornal do Brasil"
7 de maio de 2008, pág. A14

Há dois meses excursionando pela Europa, Ithamara Koorax recebe o carinho do escritor suiço Gino Ferlin após seu show no clube de jazz "Bird's Eye", em Basel (foto: Bettina Leopoldo)

European Tour 2008 - ALEF

Jornal ALEF
Edição 1.162 - Dia 30 de abril de 2008
http://www.jornalalef.com.br/

Considerada uma das cinco melhores cantoras de jazz do mundo, Ithamara Koorax está empreendendo, com grande sucesso, sua "European Tour 2008", noticiada com destaque pelo site da revista especializada “DownBeat”. Na primeira parte da turnê, em abril, a cantora realizou 20 shows na Suíça, todos com lotação esgotada. Agora ela segue para outros países, apresentando-se amanhã (dia 01 de maio) no "Unterfahrt", de Munique, principal clube de jazz da Alemanha.
Ithamara durante seu concerto no
"Stanser Musiktage Festival", em Stans,
cidade onde foi ovacionada

European Tour 2008 - "DownBeat"

http://www.downbeat.com:80/default.asp?sect=news&subsect=news_detail&nid=1197

DownBeat.com
Vocalist Ithamara Koorax Tours Europe
Daily News Headlines

Posted 4/3/2008 (April 3, 2008)

Vocalist Ithamara Koorax will tour Europe in April. In addition to the concerts to be held in Switzerland, there will be four private concerts with the Peter Scharli trio in Luzern and Zurich, in-store performances to promote Obrigado Dom Um Romao.
The tour then travels to Munich, Germany on May 1 before dates in England and France.

Koorax will be joined by trumpeter Peter Schärli, pianist Hans-Peter Pfammatter, bassist Thomas Dürst and guitarist Markus Stalder.
April 5: Stans, Stanser Musiktage, Theater an der Mürg
April 10: Liestal, Kulturscheune
April 11: Basel, Bird‘s Eye
April 12: Basel, Bird‘s Eye
April 17: Rüti, Sternenkeller
April 18: Brugg, Salzhaus SalzJazz
April 19: Solothurn, KreuzKultur
April 24: Zug, Burgbachkeller
April 25: Aarau, Einstein
April 27: Birrwil, Bären

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Today's Music News
Posted 4/7/2008
IAJE President-Elect Steps Down as President Issues Appeal For Funds
Video Podcasts With Keepnews Posted
Anthology Screens Encore of My Name Is Albert Ayler
Sherrie Maricle and the Diva Jazz Orchestra to Tour Europe

Today's Music News
Posted 4/4/2008
IAJE President-Elect Steps Down as President Issues Appeal For Funds
Women In Jazz Festival Begins In New York
Smithsonian Kicks Off Jazz Appreciation Month

Today's Music News
Posted 4/3/2008
Vocalist Ithamara Koorax Tours Europe

Today's Music News
Posted 4/2/2008
Shout! Acquires HighTone Catalog
Poncho Sanchez Band to Play USC
Arts For Art to Present Cultural Fest
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Today's Music News
Posted 4/3/2008
Vocalist Ithamara Koorax Tours Europe
Down Beat MagazineApr 3, 2008 ... there will be four private concerts with Peter Scharli in Luzern and Zurich, in-store performances to promote Obrigado Dom Um Romao. ...